Você paga um imposto pra ir trabalhar.
Ônibus em Santo André: R$ 5,90. Trem e metrô: R$ 5,40. Ida e volta, cinco dias por semana, o ano inteiro. Ninguém te devolve um centavo disso. A catraca é o único pedágio do país que cobra de quem viaja em pé.
Atenção à plataforma
Entra quem paga.
Faz tanto tempo que virou paisagem. Só que alguém sentou numa mesa e decidiu que seria assim. Dá pra sentar de novo e decidir diferente.
Todo dia, duas vezes, essa é a parte da cidade que cobra de você antes de te deixar passar.
A conta
Ninguém faz essa conta por você.
Faça agora.
Sai do seu bolso, em espécie, todo dia. Sem desconto por renda, sem parcelamento, sem isenção.
E ainda leva
Dias de 24 horas que você passa dentro de um transporte que você mesmo paga. Por ano.
Dentro do vagão
O transporte já é pago com dinheiro público. A catraca só escolhe quem paga duas vezes.
Subsídio, isenção fiscal, obra, concessão, renúncia de imposto sobre o diesel: o sistema que você usa já recebe dinheiro do Estado. Dinheiro público no transporte não é novidade nenhuma. O que ninguém explica é por que a maior parte da conta cai justamente sobre quem tem menos.
Você paga três vezes
No imposto que já sai do seu salário. Na catraca, todo dia. E no tempo, que ninguém contabiliza porque ninguém devolve.
Quem não paga
Quem vai de carro usa a rua, o viaduto e o semáforo sem catraca nenhuma. Ninguém nunca perguntou de onde saiu o dinheiro do asfalto.
O que a catraca faz
Ela serve pra filtrar quem entra. Cada aumento encolhe um pouco a cidade de quem ganha menos.
Quem privatiza serviço público não vai fazer Tarifa Zero. Nunca fez.
É por isso que a briga é no votoJá está rodando
Cerca de 180 cidades brasileiras já fizeram. 46 delas são aqui em São Paulo.
Tem orçamento aprovado, ônibus rodando e catraca desligada. Já funcionou em cidade grande e em cidade pequena, com prefeito de esquerda e de direita. Aqui a gente ainda discute se dá.
Primeira cidade do país a rodar tarifa zero com frota 100% elétrica e zero quilômetro.
Virou estudo de caso nacional: transporte gratuito somado a moeda social e renda básica.
Cidade grande, tarifa zero na prática, e o sistema não parou de rodar.
Tarifa congelada em R$ 5,90. Congelamento segura o preço até a eleição passar. Depois ele volta a subir.
Quem leva isso adiante
Quem desliga a catraca é quem senta na Assembleia e na Câmara.
O contrato do Metrô e da CPTM passa pela Assembleia Legislativa. O dinheiro federal do transporte urbano passa pela Câmara. Por isso essa campanha tem dois números, e os dois contam.
- Redução progressiva com meta e prazoTarifa que cai todo ano, por lei, com data marcada, até chegar a zero.
- Passe livre já para estudante e desempregadoQuem está estudando ou procurando emprego não pode ser barrado por R$ 5,90.
- Fonte de custeio definida e auditávelFundo com origem clara, planilha aberta e fiscalização. Hoje a conta só aparece na hora de anunciar o reajuste.
- Nenhuma privatização a mais no trilhoServiço entregue vira tarifa cara com contrato blindado. Já vimos esse filme na água e na luz.
Primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de São Paulo. Está onde se decide o contrato do Metrô, da CPTM e o que sobra da Sabesp e dos parques.
Conhecer o mandato → Deputado Federal · Câmara Kiko Celeguim 1301Em Brasília, onde se aprova o financiamento federal da mobilidade urbana, que é o dinheiro que faz a conta da tarifa zero fechar nas cidades.
Conhecer o mandato →Todo mundo desce na mesma estação.
Próxima estação
Essa estação ainda não existe.
Ela depende de quantos forem.
Você está dentro.
A gente te chama no WhatsApp com a conta do seu bairro e o que dá pra fazer perto de casa.
A gente manda a conta do seu bairro, o andamento dos projetos e o que dá pra fazer perto de casa. Umas duas mensagens por mês, no máximo.