Linha 10 · Turquesa Santo André → São Paulo 05:12

Você paga um imposto pra ir trabalhar.

Ônibus em Santo André: R$ 5,90. Trem e metrô: R$ 5,40. Ida e volta, cinco dias por semana, o ano inteiro. Ninguém te devolve um centavo disso. A catraca é o único pedágio do país que cobra de quem viaja em pé.

Atenção à plataforma

Entra quem paga.

Faz tanto tempo que virou paisagem. Só que alguém sentou numa mesa e decidiu que seria assim. Dá pra sentar de novo e decidir diferente.

Todo dia, duas vezes, essa é a parte da cidade que cobra de você antes de te deixar passar.

A conta

Ninguém faz essa conta por você.
Faça agora.

O que você usa todo dia

Cálculo sobre 48 semanas por ano, ida e volta, sem contar integração, recarga perdida nem o busão que não passou.

Em 12 meses, a catraca leva
R$0

Sai do seu bolso, em espécie, todo dia. Sem desconto por renda, sem parcelamento, sem isenção.


E ainda leva
0 dias inteiros

Dias de 24 horas que você passa dentro de um transporte que você mesmo paga. Por ano.

Dentro do vagão

O transporte já é pago com dinheiro público. A catraca só escolhe quem paga duas vezes.

Subsídio, isenção fiscal, obra, concessão, renúncia de imposto sobre o diesel: o sistema que você usa já recebe dinheiro do Estado. Dinheiro público no transporte não é novidade nenhuma. O que ninguém explica é por que a maior parte da conta cai justamente sobre quem tem menos.

Você paga três vezes

No imposto que já sai do seu salário. Na catraca, todo dia. E no tempo, que ninguém contabiliza porque ninguém devolve.

Quem não paga

Quem vai de carro usa a rua, o viaduto e o semáforo sem catraca nenhuma. Ninguém nunca perguntou de onde saiu o dinheiro do asfalto.

O que a catraca faz

Ela serve pra filtrar quem entra. Cada aumento encolhe um pouco a cidade de quem ganha menos.

Quem privatiza serviço público não vai fazer Tarifa Zero. Nunca fez.

É por isso que a briga é no voto

Já está rodando

Cerca de 180 cidades brasileiras já fizeram. 46 delas são aqui em São Paulo.

Tem orçamento aprovado, ônibus rodando e catraca desligada. Já funcionou em cidade grande e em cidade pequena, com prefeito de esquerda e de direita. Aqui a gente ainda discute se dá.

Vargem Grande Paulista
São Paulo · SP

Primeira cidade do país a rodar tarifa zero com frota 100% elétrica e zero quilômetro.

Maricá
Rio de Janeiro · RJ

Virou estudo de caso nacional: transporte gratuito somado a moeda social e renda básica.

Caucaia
Ceará · CE

Cidade grande, tarifa zero na prática, e o sistema não parou de rodar.

Santo André
São Paulo · SP

Tarifa congelada em R$ 5,90. Congelamento segura o preço até a eleição passar. Depois ele volta a subir.

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cidades brasileiras com tarifa zero em 2026
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delas dentro do estado de São Paulo
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que quebraram por causa disso

Quem leva isso adiante

Quem desliga a catraca é quem senta na Assembleia e na Câmara.

O contrato do Metrô e da CPTM passa pela Assembleia Legislativa. O dinheiro federal do transporte urbano passa pela Câmara. Por isso essa campanha tem dois números, e os dois contam.

  1. Redução progressiva com meta e prazoTarifa que cai todo ano, por lei, com data marcada, até chegar a zero.
  2. Passe livre já para estudante e desempregadoQuem está estudando ou procurando emprego não pode ser barrado por R$ 5,90.
  3. Fonte de custeio definida e auditávelFundo com origem clara, planilha aberta e fiscalização. Hoje a conta só aparece na hora de anunciar o reajuste.
  4. Nenhuma privatização a mais no trilhoServiço entregue vira tarifa cara com contrato blindado. Já vimos esse filme na água e na luz.

Todo mundo desce na mesma estação.

Próxima estação

Essa estação ainda não existe.
Ela depende de quantos forem.

Quer ajudar de que jeito?

Seus dados ficam com a campanha, não são vendidos e você sai da lista quando quiser respondendo “SAIR”. Tratamento conforme a LGPD (Lei 13.709/2018).

Você está dentro.

A gente te chama no WhatsApp com a conta do seu bairro e o que dá pra fazer perto de casa.

13011Maurici · Estadual
1301Kiko · Federal
R$ 5.424
é o que a catraca tira de você por ano, na conta que você acabou de fazer aqui em cima.
2
votos. Um na Assembleia, um na Câmara. É assim que uma pauta sai do grupo de WhatsApp e vira lei.

A gente manda a conta do seu bairro, o andamento dos projetos e o que dá pra fazer perto de casa. Umas duas mensagens por mês, no máximo.